sexta-feira, 16 de maio de 2014

Fotos Antonio e Laura fazendo CME- Medek

Terapia reabilita funções de pacientes que sofreram AVC

Tratamento, já testado no HC da Unicamp, é baseado na inibição inter-hemisférica cerebral Texto: SILVIO ANUNCIAÇÃO Fotos: Antonio Scarpinetti Edição de Imagens: Diana Melo A fisioterapeuta Núbia Maria Freire Vieira Lima testou, com êxito, uma nova técnica para a reabilitação de pacientes que sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC). Inédito, o tratamento possibilitou melhorias sensoriais no membro superior afetado (braço, antebraço, pulso e mãos) de pacientes do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp. A paralisia do membro superior contrário ao lado do cérebro onde ocorreu o AVC é uma das sequelas mais comuns nesses tipos de casos. A intervenção realizada por Núbia Lima integrou sua tese de doutorado defendida junto ao Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp. O estudo, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), foi orientado pelo docente Donizeti César Honorato, que atua no Departamento de Neurologia da FCM. O tratamento proposto difere-se das técnicas convencionais porque busca recuperar o lado paralisado do corpo, intervindo, sobretudo, no lado oposto, considerado “sadio”. Núbia Lima explica que a terapêutica consistiu em reduzir as entradas sensoriais do braço, antebraço, pulso e mão “sadios”, utilizando uma técnica crioterápica de imersão em água com gelo por 20 minutos numa temperatura controlada entre 8ºC e 15ºC.
A hipótese levantada, conforme a pesquisadora da FCM, é que, se a região “sadia” entra num processo de redução de entradas sensoriais, a parte do cérebro relacionada a este lado limita a sua ação sobre o lado do cérebro que teve AVC. Deste modo, a área mais afetada fica livre para realizar a função de contração muscular e também para reconhecer os estímulos que chegam até ela. A técnica está baseada na inibição inter-hemisférica cerebral. “Há relação entre a redução da excitabilidade de áreas do córtex sadio ou aumento da excitabilidade do córtex lesado com melhorias na função do membro contralateral ao AVC, como resultado da diminuição da competição neuronal entre os hemisférios cerebrais. Existem técnicas fora do Brasil que usam do mesmo princípio, mas são empregados procedimentos invasivos, como anestesia ou bloqueio isquêmico”, compara Núbia Lima, garantindo: “É possível propor este tratamento como uma técnica viável, de baixo custo, prática e segura acima de tudo. É importante salientar que os experimentos não alteraram os parâmetros hemodinâmicos dos pacientes, como a frequência cardíaca e pressão arterial. As melhorias são perceptíveis e o desconforto, aceitável.” Associada às sessões de crioterapia nos membros não paralisados, a fisioterapeuta promoveu intervenções sensoriais no lado afetado, com diferentes estímulos, relacionados à movimentação de articulações de punho, mão e cotovelo, além de estímulos cutâneos e uso de diferentes texturas para reconhecimento. Outro achado importante da pesquisa da Unicamp foi a constatação de que a região do corpo menos afetada pelo AVC, considerada na área médica como “sadia”, também apresenta sérias disfunções sensoriais. Durante o tratamento conduzido no Ambulatório de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do HC, Núbia Lima descobriu que 64% dos pacientes também tinham disfunção da sensação tátil nos membros superiores “sadios”. “No Brasil é o segundo estudo que analisa isso. O primeiro foi publicado em 2008. É uma descoberta importante porque reconhece a necessidade de incorporar o membro superior ‘sadio’ ao tratamento. Ademais, à medida que outras pesquisas demonstrarem novos resultados em favor disso, as palavras ‘não afetada’, ‘sadia’ ou ‘intacta’ serão abolidas gradualmente da linguagem científica e, posteriormente, da prática clínica, dando espaço para extremidade ‘menos afetada’ ou ‘menos envolvida’.” Incremento sensorial e motor A estudiosa da Unicamp detalha que os pacientes submetidos ao tratamento apresentaram melhorias sensoriais, tanto no membro afetado, como no “sadio”, com progresso no desenvolvimento de atividades envolvendo as duas mãos. De acordo com ela, houve evolução em testes funcionais, que englobam, por exemplo, o ato de fechar um zíper; desabotoar um botão; abrir e fechar uma tira de velcro; colocar uma luva na mão menos afetada com ajuda da mão contralateral à lesão neurológica; e despejar água em um copo, entre outros. “A função sensorial melhorou, mas ela interferiu no desempenho das funções motoras. O objetivo foi melhorar a função sensorial, mas encontramos resultados importantes de incremento da função motora. Para os pacientes que tiveram melhora da sensação tátil ficou mais fácil reconhecer os objetos com a mão. Pacientes que têm melhora da função sensorial podem buscar objetos com mais firmeza e desenvolver tarefas em menor espaço de tempo”, relaciona. Pessoas com perda de sensibilidade, mesmo com força muscular boa, são incapazes de explorar o ambiente e fazer movimentos adequados devido a uma deficiência na retroalimentação sensitiva. “É a mesma sensação que temos quando ficamos com a perna dobrada debaixo do corpo e tentamos caminhar. Perdemos a noção de onde está a posição do nosso tornozelo, ficamos com a sensação de dormência, mas a força da perna está normal. O que está alterado é principalmente a sensibilidade”, exemplifica. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que mais da metade das vítimas de Acidente Vascular Cerebral apresentam algum grau de incapacidade física, especialmente na extremidade superior. As sequelas, temporárias ou permanentes, limitam o movimento e a função dos vitimados, informa Núbia Lima. “A disfunção sensorial é comum após o AVC e exerce efeito negativo no resultado funcional dos pacientes, prolonga a duração da reabilitação, reduz a qualidade de vida e o desempenho no autocuidado”, acrescenta a pesquisadora da Unicamp, que também exerce a atividade de docente na Universidade de Sorocaba (Uniso). A técnica desenvolvida por ela foi aplicada em 27 pacientes adultos com sequelas crônicas de AVC. Os indivíduos foram divididos em dois grupos: 14 pacientes no grupo de controle e 13 no de intervenção. Antes, um grupo de pessoas saudáveis foi submetido aos testes com o objetivo de observar se o resfriamento naquela determinada faixa de temperatura e tempo causaria alterações de frequência cardíaca e pressão arterial. Publicações Artigos Lima NMFV, Menegatti KC, Yu E, Sacomoto NY, Oberg TD, Honorato DC. Motor and sensory effects of ipsilesional upper-extremity hypothermia in chronic stroke patients. Topics in Stroke Rehabilitation. Lima NMFV, Scalha TB, Honorato DC. Paresia aferente. Revista Fisioterapia & Saúde Funcional (submetido). Lima NMFV, Menegatti KC, Yu E, Sacomoto NY, Honorato DC. Sensory deficits of ipsilesional upper-extremity in chronic stroke patients. Arquivos de Neuropsquiatria (submetido). Tese: “Avaliação e intervenção sensorial para a extremidade superior contralateral e hipotermia da extremidade ipsilateral ao acidente vascular cerebral” Autora: Núbia Maria Freire Vieira Lima Orientador: Donizeti César Honorato Unidade: Faculdade de Ciências Médicas (FCM) Financiamento: Capes

O uso de um derivado da maconha no tratamento da epilepsia

A brasileira Any Fischer, 5 anos, sofre da síndrome de CDKL5, um problema genético raro que causa uma epilepsia grave e sem cura. Aos 3 anos, ela conseguiu andar, mas, em poucos meses, perdeu quase tudo o que havia conquistado em seu desenvolvimento. Ela sofria cerca de 60 convulsões por dia. A família, inconformada com a situação, foi atrás de uma alternativa e ficou sabendo sobre os benefícios do canabidiol (CBD), substância extraída da maconha e proibida no Brasil. O CBD é um componente da maconha que não dá "barato". Seu único efeito colateral conhecido é causar sono. A substância tem sido usada como remédio em parte dos Estados Unidos e Israel, entre outros países. Com o componente, as convulsões diárias de Any sumiram. "O que ela perdeu em quatro meses, o canabidiol devolveu em nove semanas", conta a mãe, Katiele, em um documentário lançado nesta quinta-feira (27), em São Paulo. O uso de CBD para crianças com epilepsia se popularizou a partir do ano passado, nos EUA, após a divulgação do documentário "Weed", da CNN, que mostra como a substância mudou a vida de uma outra menina que sofre de uma forma rara de epilepsia. O filme americano contou com o neurocirurgião Sanjay Gupta, que, depois de conhecer casos como o da criança, chegou a publicar um artigo em que pede desculpas por um texto escrito anos antes, em que se manifestava contrário o uso medicinal da maconha. Ilegal Apesar dos benefícios inquestionáveis do CBD para Any, os pais da menina vivem um dilema: eles sabem que o que estão fazendo é contrabando. Essa é a razão pela qual o documentário "Ilegal" foi criado. Sua exibição marca o início de uma campanha para arrecadar fundos para criar um portal de informações sobre o uso medicinal da Cannabis sativa e seus derivados. A iniciativa partiu do jornalista Tarso Araújo, que, após fazer entrevistas para um especial sobre a maconha, ficou sensibilizado com a história de Katiele e percebeu como é grande a ignorância sobre o uso medicinal da planta no país. "Foi uma indignação tão grande que achei que um filme faria a história repercutir melhor", conta Araújo, que dirigiu o documentário com Raphael Erichsen. O filme, produzido 3FilmGroup.tv, foi feito com dinheiro do próprio bolso. Já para criar o site o grupo espera contar com doações. O objetivo, Tarso ressalta, não é levar à aprovação do uso, mas gerar informação e fazer as pessoas debaterem o assunto. "Já existem projetos na Câmara e no Senado que propõem regular o uso medicinal de maconha, mas eles só têm chance de serem aprovados se as pessoas souberam que essa planta também pode ser remédio". As informações sobre a campanha estão no link catarse.me/repense.

Canabinoide pode diminuir a frequência das convulsões em epiléticos

Nem só de THC e CBD é feita a maconha. Outros canabinoides presentes na planta também possuem propriedades medicinais, a exemplo do cannabidivarin (CBDV), que pode diminuir as convulsões e até suprimi-las por completo. Isso é o que indicam as pesquisas da Universidade de Reading, no Reino Unido, que já pesquisa o assunto há algum tempo. Segundo o resumo do mais novo estudo na área, “em acordo com os achados anteriores, o CBDV diminuiu significativamente gravidade das crises induzidas por PTZ, aumentando a latência para o primeiro sinal de convulsão”. A conclusão é a que os “resultados fornecem a primeira confirmação molecular dos efeitos observados do canabinóide anticonvulsivante não- psicoativo , CBDV, após convulsões induzidas quimicamente e servem para sublinhar a sua adequação para o desenvolvimento clínico”.

Leo Ficando em pe sozinho pela primeira vez (CME-Meek)

O cérebro calibrado

A estimulação de áreas cerebrais com eletrodos ou ondas eletromagnéticas começa a ser estudada para tratar a depressão pós-parto e a dislexia O cérebro calibrado A estimulação de áreas cerebrais com eletrodos ou ondas eletromagnéticas começa a ser estudada para tratar a depressão pós-parto e a dislexia Mônica Tarantino
TERAPIA O psiquiatra Marcolin segura a bobina que libera ondas magnéticas controladas O uso de ondas elétricas ou mag­­néticas para regularizar o fun­cionamento cerebral é um recurso que está ganhando força na medicina mundial. O procedimento pode ser feito de várias formas, mas as duas principais são a implantação cirúrgica de um eletrodo em uma área predeterminada do cérebro, de acordo com a necessidade, ou a estimulação com ondas magnéticas emitidas por um aparelho. O primeiro método chama-se estimulação cerebral profunda, ou DBS, sigla de Deep Brain Stimulation, seu nome em inglês. A outra técnica, a que não requer cirurgia, é a estimulação magnética transcraniana (EMT). Nos dois casos, des­car­gas de energia modificam o padrão de trabalho de áreas do cérebro. “São métodos promissores para o tratamento de problemas neurológicos e psiquiátricos”, disse à ISTOÉ Julian Bai­les, diretor do Centro de Cirurgia Neurológica da Faculdade de Medicina da Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos. Na instituição está em andamento um dos experimentos mais avançados nesse campo. Lá, três pacientes foram submetidos à implantação de eletrodos no cérebro para tratar a obesidade. É o único centro americano que está fazendo esse tipo de estudo. Por determinação do Food and Drug Administration (FDA), a agência americana que regula procedimentos e remédios, essas três pessoas terão de ser observadas durante todo o ano antes que o experimento seja ampliado. Como existem mais de 60 mil possibilidades de ajuste para os pulsos elétricos, os pesquisadores avaliam as reações dos pacientes para determinar a regulagem certa. “Neste momento, os três estão em processo de perda de peso e com saúde boa”, disse à ISTOÉ o neurocirurgião Donald Whiting, um dos coordenadores do estudo.
Uma das pessoas operadas por ele foi a americana Carol Poe, 60 anos. Ela já tinha tentado de tudo para emagrecer, dos remédios à cirurgia bariátrica (a redução do estômago). Desta vez, porém, três dias após a intervenção, havia começado a emagrecer. “Mas nosso objetivo agora nem é propriamente a perda de peso, e sim saber como os indivíduos toleram essa excitação cerebral, que nunca foi feita antes, e conhecer seus efeitos colaterais”, explica Bailes. Nesse caso, a neuroestimulação é feita com o objetivo de equilibrar o funcionamento da região cerebral responsável pela sensação de saciedade. Por isso, os eletrodos foram implantados perto do hipotálamo, estrutura envolvida nesse processo. A meta da intervenção é modular a liberação de substâncias que fazem a comunicação entre neurônios, entre elas a dopamina. Taxas adequadas do composto são importantes para regularizar os mecanismos que levam as pessoas a se sentir satisfeitas e parar de comer. No Brasil, o neurocirurgião carioca Paulo Niemeyer anunciou que poderão ser feitos testes com o método, mas não quis dar detalhes. MENTE O método já é usado na França, Alemanha e Dinamarca para tratar casos de enxaqueca Em estudo há duas décadas, uma das primeiras aplicações da estimulação profunda cerebral foi para tratar a epilepsia. A inserção de um eletrodo no lobo temporal (asssociado à atenção e memória) tem se mostrado eficiente para controlar as crises da doença. A terapêutica também é bastante usada no controle de dores crônicas e para amenizar os movimentos involuntários do mal de Parkinson, relacionados com alterações na dopamina. Neste caso, os pulsos emitidos pelos eletrodos ajudam a regular o sistema motor. Mas, como no caso da obesidade, ainda há muito a ser entendido. “Em cerca de 40% dos casos, a implantação do eletrodo não melhora a situação dos pacientes de Parkinson”, diz o neurocientista Erik Fonoff, do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. Por isso, junto com a colega Camila Dale, ele faz uma pesquisa de ponta para decifrar, em animais, os circuitos percorridos por esses impulsos elétricos e as modificações bioquímicas que promovem. “Nossa investigação pode indicar novas opções de tratamento ou revelar motivos pelos quais esse tipo de tratamento não dá resultado em alguns casos”, diz Fonoff. Sem necessidade de cirurgia, a estimulação cerebral com ondas eletromagnéticas é feita com bobinas colocadas sobre a cabeça. Elas liberam ondas que atravessam o crânio e penetram no cérebro, gerando um estímulo dez mil vezes mais potente do que o campo magnético da Terra. No Brasil, o Grupo de Estimulação Magnética Transcraniana do Hospital das Clínicas de São Paulo, coordenado pelo psiquiatra Marco Antônio Marcolin começou uma pesquisa inédita. Em parceria com a Universidade Estadual de Campinas, o especialista testa os efeitos das ondas magnéticas em crianças com dislexia, um problema caracterizado por distúrbios de aprendizado, linguagem e leitura. Até o momento, não há intervenção ou cura para esse distúrbio. O que se pode fazer é treinar a criança com a ajuda de fonoaudiólogos e psicopedagogos para melhorar sua performance. POTÊNCIA O estímulo gerado pelas ondas que atravessam o crânio é dez mil vezes mais forte do que o campo magnético da Terra O novo estudo, com 40 crianças e jovens com idades entre 7 e 15 anos, é continuação de uma pesquisa com quatro crianças cujos resultados serão publicados em breve na revista “Child Neuropsichology”. “Duas delas apresentaram uma melhora importante na atenção logo após a aplicação da EMT”, diz o especialista. Em outro braço de pesquisa, Marcolin experimentará as ondas magnéticas em jovens com autismo e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Para ajudar no ajuste dos aparelhos a cada paciente, está sendo criado um banco de dados sobre a reação de cada tecido do cérebro aos pulsos magnéticos. “Será pos­sível fazer simulações virtuais para individualizar o tratamento”, diz o engenheiro e psiquiatra Fábio Daro, do Instituto de Psiquiatria da USP. Mais uma aplicação inovadora des­sa tecnologia é o combate à depressão pós-parto, estudo para o qual o Instituto de Psiquiatria está recrutando voluntárias. Uma pesquisa anterior, coordenada por Marcolin e pioneira no mundo, revelou o potencial do tratamento em dez mães com depressão moderada ou severa. “Houve melhora especialmente em funções como a organização mental e no desempenho das atividades diárias”, diz. Neste caso, os estímulos são dados no córtex dorso lateral pré-frontal esquerdo, uma área que trabalha menos do que deveria nas depressões e entra no ritmo adequado sob os pulsos magnéticos. É um estudo crucial para o desenvolvimento de novos tratamentos. Como está comprovada a presença de resíduos de antidepressivos no leite materno, é importante buscar opções não medicamentosas para oferecer às pacientes. img2.jpg DETALHES Os neurocientistas Erick Fonoff e Camila Dale estudam mudanças na química cerebral causadas pela estimulação com eletrodos Atualmente, a EMT é aprovada em países como Alemanha, França e Dinamarca, entre tantos, para o tratamento da depressão. Além disso, é usada em caráter experimental na fase eufórica dos transtornos bipolares (a outra faceta é a depressão), enxaquecas, dores da fibromialgia, zumbido no ouvido e alucinações auditivas de pessoas com esquizofrenia. No Brasil, entretanto, o método está disponível apenas em clínicas particulares e em caráter de pesquisa na rede pública. “Vamos pedir uma revisão ao Conselho Federal de Medicina para que esses tratamentos possam ser oferecidos mais amplamente”, diz o psiquiatra Marcolin. Confira a matéria: http://www.istoe.com.br/reportagens/paginar/56991_O+CEREBRO+CALIBRADO/2

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