Maria Clara Costa de Farias - Fisioterapeuta especializada nos métodos Bobath,PNF, Integração sensorial e CME-Medek nível III, eletroestimulação funcional. mariaclaracf@hotmail.com TeL:(21)25230382 e (21)988206224 - Rua Raul pompéia 12, quarto andar, arpoador - Rio de janeiro - RJ.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Encontro de pais especiais
Vamos começar os encontros dos pais que acontecerá todo primeiro sábado do mês as 11:30 após as aulas de ballet das crianças. A proposta é dos pais terem um espaço para trocar experiências uns com os outros e também com profissionais da área de saúde.
O primeiro encontro será dia 04/08/2012
Quem tiver interessado é só entrar em contato com o consultório.
Aula de ballet para crianças especiais
Depois de muitos pedido vamos começar as aulas de ballet para as crianças no dia 04/08/2012. O professor será o bailarino Jaime Bernardes (bailarino da compania da Deborah Colker).
O valor da mensalidade será inicialmente de 50,00 mensal e as aulas aconteceram todos os sábados as 10:30 na Rua Visconde de Pirajá 281, sl 208 e 209.
Maiores informações:
consultório: 25230382
sábado, 24 de março de 2012
CME (Medek) na Síndrome de Down
O gráfico a seguir ilustra os resultados obtidos com 16 crianças com síndrome de Down estimuladas com fisioterapia CME por Ramon Cuevas no Instituto INVEDIN em Caracas, Venezuela, entre 1973 e 1975, em que todos eles começaram a terapia motora das idades de dois a três meses de idade. Nenhuma das crianças foram afetadas por qualquer problema cardíaco ou qualquer outra complicação. A freqüência média da sessão de terapia CME física foi de 3 vezes por semana (30 minutos por sessão), além dos exercícios de casa do programa para os pais, recomendado para ser feito uma vez por dia.
Os dados coletados foram feitos retrospectivamente em 1975, e não sao parte de nenhum estudo científico para comprovar a eficácia da terapia física CME, no entanto, representa os resultados obtidos em um pequeno grupo da população com síndrome de Down tratada com fisioterapia CME durante três anos. Nem todas as crianças iniciaram o tratamento, ao mesmo tempo, mas todos eles começaram a terapia entre janeiro de 1973 e março de 1974.
A linha escura mostra a curva padrão normal de desenvolvimento motor ao longo dos primeiros 2 anos de idade. A linha azul ilustra a evolução do desenvolvimento motor médio de uma população de 40 crianças com síndrome de Down, as quais foram tratadas com as abordagens de terapia de motora convencional da época, mas não se encontram sob o conceito de estimulação precoce. Estas informações foram coletados a partir dos arquivos de 40 crianças da escola especial do Instituto, todos eles eram mais velhos do que 6 anos.
A curva cinza é a evoluçãodo desenvolvimento motor médio do grupo de síndrome de Down tratados com terapia física CME. A conclusão final a partir deste estudo retrospectivo foi que o tratamento precoce produz um progresso substancial do desenvolvimento motor em crianças com síndroma de Down com positivos efeitos nas outras áreas do processo de desenvolvimento, e que a terapia de CME física também contribui para empurrar a curva de evolução do desenvolvimento motor para mais perto do normal.
rto do normal.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Livro: More than words- Fern Sussman
Esse livro é um guia para pais de como ajudar seus filhos autistas a se comunicar aprender e crescer.
bjs
Maria Clara
bjs
Maria Clara
Livro: Shut up about your perfect kid
Oi Gente
a mãe de uma paciente indicou esse livro que parece ser bem legal.
"Duas irmãs com filhas especiais (Asperger e Bipolar) relatam suas experiências num "guia" em linguagem humorada, fácil, e não menos emocionante.
a mãe de uma paciente indicou esse livro que parece ser bem legal.
"Duas irmãs com filhas especiais (Asperger e Bipolar) relatam suas experiências num "guia" em linguagem humorada, fácil, e não menos emocionante.
Um relato sobre os desafios e aprendizados ao criarem
duas crianças imperfeitas, num mundo que se preocupa tanto com a
perfeição.
O site traz uma idéia do que é este livro e conta um pouco de suas histórias." (Aline)
bjs
Maria Clara
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
extensor de joelho e de braço
Oi gente,
mais um lugar pra fazer extensor de braço e joelho: www.viareabilitacao.com.br
bjs
mais um lugar pra fazer extensor de braço e joelho: www.viareabilitacao.com.br
bjs
sábado, 19 de novembro de 2011
UAB researchers seek to reverse Rett syndrome in children
Newly
discovered details might advance efforts to reverse Rett syndrome, a rare
condition that prevents an infant’s brain circuitry from developing, according
to a presentation called out as a “Hot Topic” by the Society for Neuroscience
at its annual
meeting this week.
The study
by researchers at the University of Alabama at Birmingham is part of mounting evidence that conditions from autism to
Down syndrome need not last a lifetime.
“Our
results suggest that the field is on the right track in early efforts to design
a treatment for a devastating condition in Rett syndrome,” said Lucas Pozzo-Miller, Ph.D.,
professor of neurobiology at UAB and senior author of the paper. “They also
provide the latest argument that correcting for the genetic miscues behind
developmental disabilities may one day reverse their effect, even if treated in
adulthood.”
Past
studies found that mutations or changes in a single gene, MECP2, are
present in 95 percent of children with Rett syndrome, called RTT, which affects
one in 15,000 children. Located on the X sex chromosome, the mutated gene has
different effects in boys and girls. Boys suffer severe malformation and rarely
survive. Girls appear normal for a few months after birth, but then their motor
skills and cognitive ability regress and they may have seizures.
Previous
work in Pozzo-Miller’s lab established that the nerve cells in RTT children
have fewer dendritic spines, structures that branch from nerve cells to better
pick up signals in the gaps, or synapses, between them. The spines can be
counted as a measure of the ability of nerve cells in the hippocampus, which
directs learning and memory, to relay and store information as circumstances
change.
The work
proceeds from the revolutionary idea that experience changes the physical
wiring of nerve cells. Cells become more closely wired to neighbors in the
nerve pathways most often used, but dwindle when idled. Evidence also suggests
that developing brains build the capacity to think and remember by changing
connection strength between neurons, with the change reflected in dendritic
spine density.
To
understand the role of MECP2 malfunction in reducing the number of
dendritic spines, the team analyzed its density in mice engineered to lack the MECP2
gene.
They
found, as expected, that mutant mice too young to have symptoms yet had a lower
dendritic spine density in hippocampal neurons than their normal counterparts.
Unexpectedly
though, the team also found that when mice lacking MECP2 grew old enough
to become symptomatic, the mice had about the same number of spines on their
dendrites as wild type mice. The finding seemed to call into question the
validity of dendritic spine density as a measure for lost plasticity-related
function in Rett syndrome.
A closer
look, however, revealed that dendritic spines in symptomatic mutant mice, while
as numerous as those in control mice, were “frozen.” They no longer
changed in size, number or shape over time depending on how much the nerve
pathway was stimulated by known triggers like the neurotransmitter glutamate.
“Perhaps
the system tries to compensate for the lack of MECP2 function by
increasing the number of spines formed through abnormal channels,” Pozzo-Miller
said. “This dense, frozen wiring might explain why children with RTT lose
cognitive ability and why they have seizures as sensitive but faulty nerve
connections overload. Further study will tell.”
The paper, titled “Hippocampal CA1 pyramidal
neurons show impaired dendritic spine density and morphology only in
presymptomatic Mecp2 mutant mice,” was presented Monday, Nov. 14, at the
2011 annual meeting of the Society for Neuroscience in Washington, D.C.
Also making an important contribution was Gaston Calfa, Ph.D., a post-doctoral
fellow within UAB Department of Neurobiology. The work was funded by National Institute of
Neurological Disorders and Stroke and the International Rett
Syndrome Foundation.
“The
result further validates dendritic spine density as a useful measure for the
loss of plasticity in developmental disability, and potentially, of the ability
of experimental treatments to restore it,” said Christopher Chapleau, Ph.D., a
post-doctoral fellow in UAB’s Department of Neurobiology and first author on
the paper. “Having a good model is particularly important right now because the
field has identified a protein, BDNF, which drives dendritic spines to grow,
and that might reverse the loss seen in Rett syndrome."
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