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terça-feira, 17 de maio de 2016

GMFM - Mensuração da função motora Grossa

O que é o GMFM (Mensuração da Função Motora Grossa)?
O GMFM (grossa motor function classification) é um teste para avaliar mudanças na função motora grossa. Ele avalia o quanto a criança consegue realizar de cada item do teste, mas não mede a qualidade do desempenho da atividade.
Ele é o teste mais usado no mundo para mensurar a função motora grossa em crianças com paralisia cerebral.
O uso do GMFM ajuda os terapeutas a acompanharem a evolução do paciente e também pode ser usado como fonte de escolha do objetivo do tratamento, pois é possível identificar melhor onde estão as dificuldades da criança.


Que tipo de paciente pode realizar esse teste?
Ele é validado para crianças com paralisia cerebral e com Síndrome de Down (somente a versão 88) e ele também pode ser útil o para outras patologias porém ainda não há validação para tal.

Com quantos anos uma criança com habilidade motora grossa normal consegue realizar todos os itens do teste?
Com 5 anos de idade.

Qual a idade dos pacientes que podem fazer o teste?
Crianças entre de 5 meses e 16 anos, que apresentem habilidades motoras de 5 anos ou menos.

Como é a pontuação do GMFM?
Cada item do teste é pontuado de 0 a 3 e existe uma descrição específica da nota para cada item.
Existem duas versões do teste, uma com  88 itens e a outra com 66, que são divididos em 5 grupos:
A: deitar e rolar
B: sentar
C: engatinhar e ajoelhar
D: ficar de pé
E: andar, correr e pular
É importante ressaltar que a nota total do GMFM 66 só pode ser feita através do programa de computador GMAE.

Quanto tempo leva para realizar o teste?
Em torno de 60 minutos, sendo que algumas crianças podem se cansar e não conseguirem terminar o teste em uma única sessão.

O GMFM pode ser realizado com adaptações e/ ou órteses?
O primeiro teste deve ser realizado sem adaptações ou órteses e depois pode ser refeito com as adaptações/órteses.


Com que frequência o teste deveria ser realizado?
Não há uma orientação especifica sobre a frequência, mas as reavaliações precisam ser mais frequente em crianças mais jovens.
O teste pode ser usado para quantificar uma intervenção de maior intensidade durante um período especifico (como pré e pós avaliação de períodos de intensivo, ou de algum tratamento que onde são esperadas mudanças na função).

Onde posso realizar o GMFM?
Na clínica Fisio infantil rio  o teste pode ser realizado em pacientes que já são atendidos pelo nosso corpo clínico e também em pacientes de outros estabelecimentos que gostariam de um controle internacionalmente reconhecido que pode ajudar os terapeutas a traçar objetivos terapêuticos e a desenvolver o plano de tratamento.
Agende seu teste: (21)2523-0382 - Maria Clara Farias - Fisioterapeuta



quinta-feira, 28 de abril de 2016

Livros infantis sobre síndrome de Down

A escritora Claudia Werneck escreveu 3 livros onde um menino Down mostra sua rotina.
Os livros são super simpáticos!
Vale a pena a leitura


III Curso da plataforma Galileo aplicado a pediatria

A plataforma vibratória Galileo é um recurso terapêutico que pode ser usado com diversos pacientes, com patologias distintas como a paralisia cerebral, a síndrome de down, osteogênese imperfeita, doenças degenerativas. Ela pode ser usada para melhorar arco de movimento, ganho de força, melhora da densidade óssea, treino de função muscular. Entre outros benefícios, como a regulação do tônus, diminuindo a espasticidade, a hipotonia.
Quer saber mais?  

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A Plataforma Vibratória como recurso terapêutico




O conceito científico da estimulação neuromuscular por vibração foi desenvolvido na década de 80, na antiga União Soviética, com o propósito de combater a perda de densidade óssea e massa muscular em astronautas durante a permanência deles em atmosfera sem ação de força gravitacional.
A plataforma vibratória é um equipamento usado em programas de reabilitação, condicionamento físico ou relaxamento. O fisioterapeuta Thiago Vilela explica que “o princípio da estimulação por vibração se dá por uma estimulação mecânica por meio de vibrações em uma base. Nesse método, o sujeito fica sobre uma plataforma que gera uma vibração sinosoidal em diversas frequências e amplitudes, que é transmitida para o corpo estimulando os fusos musculares. A ativação dos fusos musculares produz um reflexo vibratório tônico que ativa os motoneurônios alfa e, consequentemente, há uma maior produção de força e potência”.
Um treino convencional de resistência muscular pode recrutar de 40 a 80% de fibras musculares, já o treino sobre a plataforma vibratória consegue recrutar de 95% a 100% das fibras musculares devido ao reflexo de estiramento que ocorre pela ação da vibração. “O recrutamento muscular além de ser maior, é, também, global, pois grande parte dos músculos estáticos precisa entrar em ativação para a manutenção do equilíbrio e das diversas posturas realizadas sobre a plataforma”, completa o Dr. Thiago.
A plataforma vibratória é um recurso que proporciona resultados diversos e globais com um tempo de treinamento menor que grande parte dos outros recursos. Geralmente uma sessão na plataforma dura de 10 a 15 minutos e o profissional ainda dispõe de tempo para a realização de outras técnicas e recursos fisioterapêuticos. Para o Dr. Thiago, a grande vantagem de associar a plataforma vibratória à fisioterapia convencional é a maximização dos resultados em menor tempo.
Além do ganho de força, potência e resistência muscular, a execução de exercícios físicos sobre a plataforma vibratória promove o relaxamento muscular; aumenta a capacidade individual de recuperação contra lesões; melhora o funcionamento dos sistemas nervoso e digestivo; melhora a coordenação e o equilíbrio; ativa o sistema de drenagem linfática e proporciona o fortalecimento dos tecidos em geral. O uso deste recurso terapêutico também reduz a osteoporose; combate a artrose e outras doenças articulares e ósseas; melhora a circulação sanguínea; regulariza a pressão arterial; melhora e reforça as articulações, os ligamentos e os tendões e melhora a função cardiovascular.
Estudos científicos mostram que a utilização da plataforma vibratória como recurso terapêutico incrementa o ritmo do metabolismo basal, promove o aumento do consumo calórico diário e reduz a gordura corporal (Pneumex and S. Sordorff. PT, Sandpoint, Idaho); reduz a celulite (Sanaderm, Health clinic, Germany); provoca a diminuição do cortisol - hormônio do stress (European Journal of Applied Physiology. 2000 Apr; 81(6):449-54), recupera a massa magra (International Journal of Sports Medicine. 2004 Jan; 25(1):1-5) e torna os músculos e as articulações mais flexíveis e disponíveis (T. Whiteman, fisioterapeuta).
De acordo com o fisioterapeuta, a plataforma vem sendo muito utilizada com exercícios cinesioterápicos como os exercícios resistidos, os alongamentos e os exercícios proprioceptivos; nas sessões de Pilates; nos exercícios de Core e nas estabilizações segmentares estáticas e dinâmicas. “Hoje tenho utilizado, no meu trabalho, a plataforma para os pacientes que precisam de melhora somato-sensorial rápida; ganho de força, principalmente dos músculos estabilizadores, mas também dos dinâmicos; para aceleração de consolidações ósseas e em casos de osteoporose e osteopenia; melhora das funções autonômicas viscerais; além dos trabalhos voltados para a prevenção de lesões do aparelho músculoesquelético”, explica o Dr. Thiago.
fonte:www.mundofisio.com/


segunda-feira, 19 de maio de 2014